sábado, 29 de novembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
População volta reclamar de água suja cor barrenta fornecida pela Sabesp de Cajati
Nesta
terça feira (25) muitas pessoas voltaram reclamar da água suja fornecida pela
Sabesp no município de Cajati. A água tem cor amarelada com ferrugem e barrenta
que sai pela torneira do usuário já algum tempo isso ocorre sempre quando acaba
água nos bairros e o usuário é quem sai perdendo pagando por um serviço sem
qualidade disse um usuário inconformado. Mesmo diante das reclamações o caso
nunca foi esclarecido pela empresa. Quando manda uma nota para a imprensa fala
que esta tudo sobre controle e não assume o erro que a empresa comete sobre o
funcionamento do sistema no município. A questão da água suja da Sabesp em
Cajati conforme algumas informações que levantamos pode ser devidas há um sistema
antigo que não esta mais em funcionamento que vezes acaba sendo ligado por
engano pela própria empresa e a água entra pelo sistema que se encontra desativado gerando todo esse
transtorno aos usuários.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Operação lava jato da policia federal chega a cidade do Vale do Ribeira
Adarico Negromonte Filho, irmão do ex-ministro das Cidades, vai se entregar à Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, nesta segunda-feira, levado por sua advogada Joyce Roysen. Ele é considerado foragido pela Justiça do Paraná há quinze dias, quando teve a prisão temporária decretada pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, como suspeito de integrar o grupo criminoso investigado pela operação Lava Jato, que desviou pelo menos R$ 10 bilhões da Petrobrás, em licitações fraudadas e obras superfaturadas, com a participação das 13 grandes empreiteiras brasileiras.
Negromonte é acusado de transportar "malas e sacolas" contendo grande quantidade de dinheiro, "em espécie", do escritório do doleiro Alberto Youssef, a políticos e empresários que participavam do esquema de corrupção em torno da Lava Jato. Em nenhum momento se fala no envolvimento de seu irmão no esquema.
Ultimamente, Adarico vem residindo em Registro, no litoral Sul de São Paulo e tem "quase 70 anos", como diz sua advogada na petição encaminhada ao juiz Sérgio Moro na última quinta-feira, na qual pede que a prisão temporária dele seja revogada e que ele possa prestar depoimento à PF nesta segunda-feira em liberdade.
Joyce Roysen protocolou o pedido de revogação da prisão temporária porque se ela não for revogada, Negromonte terá que ficar na carceragem da PF pelo menos até a próxima sexta-feira. Isso se o juiz Moro não acatar o pedido do Ministério Público Federal (MPF), que deseja que ele tenha prisão preventiva decretada (fica preso de forma indefinida, até que a prisão seja revogada pelo juiz ou pelo Tribunal da 4 Região, em Porto Alegre).
No seu pedido, a advogada diz que seu cliente "vem sendo considerado como "foragido da Justiça, o que não é condizente, pois em momento algum foi realizada diligência em sua residência na cidade de Registro, para o cumprimento da medida coercitiva".
PF NÃO O ENCONTROU EM CASA
- Assim, o requerente, por não suportar mais as mazelas da prisão temporária decretada por Vossa Excelência, por intermédio de suas advogadas, entrou em contato com a Polícia Federal de Curitiba e informou que se apresentará nesta segunda-feira, dia 24, a fim de que possa contribuir com as investigações criminais", diz a petição da advogada.
Ele apela para a idade avançada de Negromonte. "Afora isso, ratifica-se que a liberdade do requerente é de quase 70 anos de idade, ele é primário, tem bons antecedentes, possui residência fixa e ocupação lícita, e nada poderá influenciar sobre a coleta de provas que ainda resta a ser feita, razão pela qual, reitera-se que o enclausuramento a princípio decretado por Vossa Excelência, não se mostra imprescindível para o prosseguimento das investigações criminais". O depoimento em liberdade dificilmente acontecerá pois o juiz nada despachou até este domingo.
YOUSSEF ENCERRA DELAÇÃO PREMIADA
Além da chegada de Negromonte, a Carceragem da PF será agitada esta semana com os últimos depoimentos do doleiro Alberto Youssef no processo de delação premiada. Até sexta-feira, ele fará, por videoconferência, depoimentos ao Supremo Tribunal Federal (STF), na presença dos delegados da PF e do MPF.
Destas sessões o juiz Sérgio Moro não participa. Ele explica que não pode acompanhar para não "contaminar" o processo da Operação Lava Jato com os depoimentos de Youssef envolvendo políticos, sobretudo quatro dezenas de deputados federais, três ex-governadores e altos diretores da Petrobras. Como políticos tem prerrogativas de foro privilegiado, quando só podem ser investigados pelo STF, o juiz não pode saber o que ele fala sobre os crimes dos parlamentares, com o risco de por a perder a sua investigação sobre a Lava-Jato.
Youssef já fez vários depoimentos ao STF de forma sigilosa, via link da Justiça. Seu advogado Figueiredo Basto entende que os depoimentos desta semana encerram a colaboração do doleiro para com a Justiça.
- Ele só não falou antes porque estava com problemas cardíacos e andou tomando remédios para estabilizar sua condição física. Seu estado de saúde é muito grave.
Depois que Youssef tiver encerrado a fase de sua delação premiada, o advogado deverá pedir ao juiz Sérgio Moro que ele fique em prisão domiciliar, até mesmo com o uso de tornozeleira, para tratamento de seus problemas cardíacos. As tornozeleiras já são aplicadas em outro delator do esquema, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, preso domiciliarmente em sua casa no Rio de Janeiro.
- Paulo Roberto Costa está sendo mantido sob vigilância permanente da PF no Rio. Ele não pode deixar o interior de sua casa. Caso isso aconteça, quebra o acordo da prisão domiciliar e ele volta para a prisão - disse um delegado da PF ao GLOBO esta semana em Curitiba.
EMPRESÁRIOS DORMEM NO CHÃO
Além dos depoimentos de Negromonte e Youssef, a PF deve interrogar esta semana os empreiteiros da Camargo Correa, como Dalton Avancini e Eduardo Leite, presidente e vice-presidente da construtora, respectivamente. Nos primeiros interrogatórios da semana passada, os executivos, orientados por seu advogado Alberto Toron, permaneceram em silêncio. Eles querem tomar conhecimento do processo primeiro, saber do que são acusados, para somente depois depor, o que deve acontecer nesta semana.
O estresse marcado por esse período pré-depoimento, fez com que Eduardo Leite, que é cardíaco, tivesse uma crise de pressão alta na sexta-feira. Examinado na Carceragem da PF, o cardiologista achou melhor interná-lo no Hospital Santa Cruz, de Curitiba, para realizar exames complementares. Ele dormiu de sexta para sábado no hospital, mas recebeu alta hospitalar na tarde de sábado, sendo reconduzido à sua cela na PF.
Os 14 presos das maiores empreiteiras brasileiras, juntamente com Youssef, dividem as quatro celas de presos na carceragem da PF. Como não há beliches para todos, alguns dos dirigentes das construtoras dormem em colchonetes no chão. Leite, por estar doente, dorme num dos beliches. Youssef, por ser delator de todos, dorme sozinho em outra cela.
CAÇA AO TESOURO
Paralelamente aos depoimentos, a Justiça do Paraná intensifica esforços para localizar o dinheiro que os executivos das construtoras desviaram fraudulentamente da Petrobras. Na sexta-feira, o juiz Sérgio Moro pediu ajuda internacional para localizar no exterior, em paraísos fiscais, contas dos ex-diretores da Petrobras, de funcionários da estatal e dos executivos suspeitos de participarem do cartel que fraudava as obras da empresa. O juiz quer repatriar esse dinheiro.
Um dia antes, inclusive, o juiz determinou o bloqueio das contas dos empresários em bancos brasileiros, que tivessem como saldo até R$ 20 milhões. Muitos zeraram as contas, mas outros tiveram valores elevados bloqueados A Justiça do Paraná conseguiu bloquear R$ 47,8 milhões de 16 empresários e de três empresas de Fernando Baiano, o lobista que atuava na Petrobras em nome do PMDB. O partido nega. Baiano teve bloqueadas contas no Brasil no valor de R$ 8,5 milhões, em nome de suas empresas, a Technis e a Hawk Eyes. O ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, preso preventivamente em Curitiba, teve bloqueadas contas no valor de R$ 3,2 milhões.
Alguns empresários zeraram as contas, mas outros foram menos espertos. O Banco Central bloqueou R$ 10,2 milhões em nome de Ricardo Pessoa, presidente da UTC, e R$ 22 milhões de Gerson Almada, da Engevix. Mas um dia antes de ser preso, Almada enviou R$ 15 milhões para os Estados Unidos, onde mora uma filha. Seu advogado Tofic Simontob, diz que o dinheiro saiu de forma legal e que era para a filha usar na reforma de um hotel que ele tem nos EUA. A PF vê sinais de que a operação vazou na véspera para os executivos das empreiteiras. Na sexta-feira, o Bradesco informou a Moro que bloqueou outros R$ 33,5 milhões em fundos de investimentos e planos de previdência dos executivos presos, totalizando R $ 81,3 milhões bloqueados, o que é muito pouco considerando que os valores movimentados pela quadrilha operada pelo doleiro Yousssef movimentou mais de R$ 10 bilhões. (*enviado especial)
Negromonte é acusado de transportar "malas e sacolas" contendo grande quantidade de dinheiro, "em espécie", do escritório do doleiro Alberto Youssef, a políticos e empresários que participavam do esquema de corrupção em torno da Lava Jato. Em nenhum momento se fala no envolvimento de seu irmão no esquema.
Ultimamente, Adarico vem residindo em Registro, no litoral Sul de São Paulo e tem "quase 70 anos", como diz sua advogada na petição encaminhada ao juiz Sérgio Moro na última quinta-feira, na qual pede que a prisão temporária dele seja revogada e que ele possa prestar depoimento à PF nesta segunda-feira em liberdade.
Joyce Roysen protocolou o pedido de revogação da prisão temporária porque se ela não for revogada, Negromonte terá que ficar na carceragem da PF pelo menos até a próxima sexta-feira. Isso se o juiz Moro não acatar o pedido do Ministério Público Federal (MPF), que deseja que ele tenha prisão preventiva decretada (fica preso de forma indefinida, até que a prisão seja revogada pelo juiz ou pelo Tribunal da 4 Região, em Porto Alegre).
No seu pedido, a advogada diz que seu cliente "vem sendo considerado como "foragido da Justiça, o que não é condizente, pois em momento algum foi realizada diligência em sua residência na cidade de Registro, para o cumprimento da medida coercitiva".
PF NÃO O ENCONTROU EM CASA
- Assim, o requerente, por não suportar mais as mazelas da prisão temporária decretada por Vossa Excelência, por intermédio de suas advogadas, entrou em contato com a Polícia Federal de Curitiba e informou que se apresentará nesta segunda-feira, dia 24, a fim de que possa contribuir com as investigações criminais", diz a petição da advogada.
Ele apela para a idade avançada de Negromonte. "Afora isso, ratifica-se que a liberdade do requerente é de quase 70 anos de idade, ele é primário, tem bons antecedentes, possui residência fixa e ocupação lícita, e nada poderá influenciar sobre a coleta de provas que ainda resta a ser feita, razão pela qual, reitera-se que o enclausuramento a princípio decretado por Vossa Excelência, não se mostra imprescindível para o prosseguimento das investigações criminais". O depoimento em liberdade dificilmente acontecerá pois o juiz nada despachou até este domingo.
YOUSSEF ENCERRA DELAÇÃO PREMIADA
Além da chegada de Negromonte, a Carceragem da PF será agitada esta semana com os últimos depoimentos do doleiro Alberto Youssef no processo de delação premiada. Até sexta-feira, ele fará, por videoconferência, depoimentos ao Supremo Tribunal Federal (STF), na presença dos delegados da PF e do MPF.
Destas sessões o juiz Sérgio Moro não participa. Ele explica que não pode acompanhar para não "contaminar" o processo da Operação Lava Jato com os depoimentos de Youssef envolvendo políticos, sobretudo quatro dezenas de deputados federais, três ex-governadores e altos diretores da Petrobras. Como políticos tem prerrogativas de foro privilegiado, quando só podem ser investigados pelo STF, o juiz não pode saber o que ele fala sobre os crimes dos parlamentares, com o risco de por a perder a sua investigação sobre a Lava-Jato.
Youssef já fez vários depoimentos ao STF de forma sigilosa, via link da Justiça. Seu advogado Figueiredo Basto entende que os depoimentos desta semana encerram a colaboração do doleiro para com a Justiça.
- Ele só não falou antes porque estava com problemas cardíacos e andou tomando remédios para estabilizar sua condição física. Seu estado de saúde é muito grave.
Depois que Youssef tiver encerrado a fase de sua delação premiada, o advogado deverá pedir ao juiz Sérgio Moro que ele fique em prisão domiciliar, até mesmo com o uso de tornozeleira, para tratamento de seus problemas cardíacos. As tornozeleiras já são aplicadas em outro delator do esquema, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, preso domiciliarmente em sua casa no Rio de Janeiro.
- Paulo Roberto Costa está sendo mantido sob vigilância permanente da PF no Rio. Ele não pode deixar o interior de sua casa. Caso isso aconteça, quebra o acordo da prisão domiciliar e ele volta para a prisão - disse um delegado da PF ao GLOBO esta semana em Curitiba.
EMPRESÁRIOS DORMEM NO CHÃO
Além dos depoimentos de Negromonte e Youssef, a PF deve interrogar esta semana os empreiteiros da Camargo Correa, como Dalton Avancini e Eduardo Leite, presidente e vice-presidente da construtora, respectivamente. Nos primeiros interrogatórios da semana passada, os executivos, orientados por seu advogado Alberto Toron, permaneceram em silêncio. Eles querem tomar conhecimento do processo primeiro, saber do que são acusados, para somente depois depor, o que deve acontecer nesta semana.
O estresse marcado por esse período pré-depoimento, fez com que Eduardo Leite, que é cardíaco, tivesse uma crise de pressão alta na sexta-feira. Examinado na Carceragem da PF, o cardiologista achou melhor interná-lo no Hospital Santa Cruz, de Curitiba, para realizar exames complementares. Ele dormiu de sexta para sábado no hospital, mas recebeu alta hospitalar na tarde de sábado, sendo reconduzido à sua cela na PF.
Os 14 presos das maiores empreiteiras brasileiras, juntamente com Youssef, dividem as quatro celas de presos na carceragem da PF. Como não há beliches para todos, alguns dos dirigentes das construtoras dormem em colchonetes no chão. Leite, por estar doente, dorme num dos beliches. Youssef, por ser delator de todos, dorme sozinho em outra cela.
CAÇA AO TESOURO
Paralelamente aos depoimentos, a Justiça do Paraná intensifica esforços para localizar o dinheiro que os executivos das construtoras desviaram fraudulentamente da Petrobras. Na sexta-feira, o juiz Sérgio Moro pediu ajuda internacional para localizar no exterior, em paraísos fiscais, contas dos ex-diretores da Petrobras, de funcionários da estatal e dos executivos suspeitos de participarem do cartel que fraudava as obras da empresa. O juiz quer repatriar esse dinheiro.
Um dia antes, inclusive, o juiz determinou o bloqueio das contas dos empresários em bancos brasileiros, que tivessem como saldo até R$ 20 milhões. Muitos zeraram as contas, mas outros tiveram valores elevados bloqueados A Justiça do Paraná conseguiu bloquear R$ 47,8 milhões de 16 empresários e de três empresas de Fernando Baiano, o lobista que atuava na Petrobras em nome do PMDB. O partido nega. Baiano teve bloqueadas contas no Brasil no valor de R$ 8,5 milhões, em nome de suas empresas, a Technis e a Hawk Eyes. O ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, preso preventivamente em Curitiba, teve bloqueadas contas no valor de R$ 3,2 milhões.
Alguns empresários zeraram as contas, mas outros foram menos espertos. O Banco Central bloqueou R$ 10,2 milhões em nome de Ricardo Pessoa, presidente da UTC, e R$ 22 milhões de Gerson Almada, da Engevix. Mas um dia antes de ser preso, Almada enviou R$ 15 milhões para os Estados Unidos, onde mora uma filha. Seu advogado Tofic Simontob, diz que o dinheiro saiu de forma legal e que era para a filha usar na reforma de um hotel que ele tem nos EUA. A PF vê sinais de que a operação vazou na véspera para os executivos das empreiteiras. Na sexta-feira, o Bradesco informou a Moro que bloqueou outros R$ 33,5 milhões em fundos de investimentos e planos de previdência dos executivos presos, totalizando R $ 81,3 milhões bloqueados, o que é muito pouco considerando que os valores movimentados pela quadrilha operada pelo doleiro Yousssef movimentou mais de R$ 10 bilhões. (*enviado especial)
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Homem cai da Bike na Avenida Fernando Bairro Parafuso devido defeito na pista construída pela prefeitura de Cajati
| "Foto Francisco Pires de Oliveira" |
Por volta das 18:00, desta segunda feira (17)
aconteceu um acidente na Avenida Fernando no Bairro Parafuso, próximo da
mercearia Lima, onde um homem conhecido como Nicanor trafegava em uma bicicleta
sentido bairro perdeu o controle vindo ao chão ao passar por uma espécie de uma
vala construída pela prefeitura municipal para escoamento de água para uma boca
de Lobo no local. A queda do homem resultou com vários ferimentos em sua face e
escoriações nos braços. De acordo com as informações de moradores do local esta
não é a primeira vez que Ciclistas acabam caindo nesse local e que já fora
realizada varias reclamações inclusive ao vereador do bairro, mas que ninguém
ate agora tomou nenhuma providência. Foi requisitada uma ambulância que esteve
no local conduzindo o acidentado ao pronto socorro da cidade. Mas informações
deste fato nas próximas horas
Da
Reportagem Local
Francisco Pires de Oliveira
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Dupla de criminosos é presa na zona rural de Jacupiranga, SP
Dois criminosos foram presos na tarde da última quarta-feira (12), em Jacupiranga, no Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. Eles são suspeitos de participarem de uma série de roubos nas cidades de Jacupiranga e Cajati. Os criminosos foram encontrados em uma fazenda localizada na Estrada do Barro Branco, na Zona Rural.
De acordo com informações da Polícia Militar, as equipes da PM chegaram aos criminosos por meio de informações de populares. Os dois foram detidos e, posteriormente, acabaram confessando serem autores da série de roubos. Com eles, os PMs encontraram uma arma calibre 32 e 11 pinos de cocaína.
Os criminosos foram detidos e encaminhados para a Delegacia Sede da cidade. Algumas testemunhas devem ser chamadas nos próximos dias para identificar os criminosos.
De acordo com informações da Polícia Militar, as equipes da PM chegaram aos criminosos por meio de informações de populares. Os dois foram detidos e, posteriormente, acabaram confessando serem autores da série de roubos. Com eles, os PMs encontraram uma arma calibre 32 e 11 pinos de cocaína.
Os criminosos foram detidos e encaminhados para a Delegacia Sede da cidade. Algumas testemunhas devem ser chamadas nos próximos dias para identificar os criminosos.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Venenos mata mato jogado nas ruas de Cajati chega ao fim graça a nossa luta
Método de jogar veneno
para matar matos trazido da fazenda para
a cidade por alguns prefeitos da região do Vale do Ribeira não agradou a
maioria das pessoas.Esse método foi adotado pela administração de Cajati nos últimos
anos mas a população agiu rápido e graças ao Site"CAMERA NEWS DO
VALE" que denunciou o fato
mostrando o risco que o veneno trazia a saúde da população e também aos
animais de estimação de pequenos portes, embora contrariado por algumas pessoas
da saúde que defendiam que continuassem jogando que não teria nenhum problema não deu certo.Como não
desistimos da luta e continuemos debatendo sobre o assunto finalmente não
temos mais visto esse tipo de ação praticada pela prefeitura nos últimos meses.Mais
uma batalha vencida graça ação do povo e do nosso site
MATÉRIA PUBLICADA EM 2011
Ainda existe uma velha tradição nas famílias de tomar um bom chazinho para curar uma gripe ou até mesmo um problema de saúde mais serio.Nessas horas elas buscam encontrar essas ervas medicinais nas beiras de ruas e estradas.Preste atenção neste importante aviso não utilize ervas de beiras de ruas e estradas de Cajati, pois devido os venenos mato mato,que a prefeitura municipal vem aplicado nas ruas e beiras de estradas poderão estar contaminadas e lhe-causar um enorme problema a você ou a sua família.Essa pratica abusiva pode ser um grande mal exemplo a nossa futura geração se não for combatida.Não permita que isso também aconteça em seu município
"Onde esta a pedra fundamental"seria mais uma mentira dos politicos para abocanhar votos nas eleições
A pedra fundamental que foi fincada no Bairro Parafuso em Cajati conforme foto em destaque, pelas autoridades do município e do estado onde seria construída uma praça de Esporte com quadra coberta e um local para evento ficou apenas na conversa fiada dos políticos.O que chama atenção agora é que nem a pedra é possível encontrar no local.Um pequeno campinho de terra foi feito no local com piso de rejeito de fabrica que pode trazer contaminação seria a saúde das crianças brincam no local.
Moradores do Bairro Parafuso em Cajati reclamam de cheiro de esgoto depois da construção de obra da Sabesp
| "Foto Francisco Pires de Oliveira" |
Reportagem Francisco Pires de Oliveira
Os moradores
do Bairro Parafuso no município de Cajati no Vale do Ribeira no Estado de São Paulo
estão sem saber o que fazer depois que a Sabesp empresa de "Saneamento
Básico do Estado de São Paulo", construiu sem nenhum planejamento uma
estação de tratamento para capitação de esgoto de aproximadamente de cerca de
50 residências que não tinham serviço de esgoto tratado pela empresa no Bairro Parafuso.
Desde quando a bomba começou funcionar um forte cheiro de esgoto tomou conta da
rua e esta trazendo grande transtorno aos moradores do bairro que não sabem o
que fazer, pois reclamam, mas a Sabesp e prefeitura do município não tomam providência
para amenizar a situação que é de saúde publica e vem sendo tratado com pouca importância
pelas autoridades.De acordo com os moradores do bairro o sistema de tubulação
da elevatória é antigo de manilha
de apenas quatro polegada que não são mais
permitido para esse tipo de serviço de
esgoto e quando a bomba liga todos os detritos dessas casas são bombeados para
o sistema que não comporta devido a sua fragilidade e com isso os esgotos
acabam estourando a elevatória ou entupindo e as vezes sobrando nas caixa de injeção de algumas residências que estão da mesma rua.Desde
o inicio de novembro que varias pessoas passaram a reclamar do problema junto empresa Sabesp.Neste ultimo
dia depois de varias reclamações feita por um usuário a empresa esteve no local
e obstruiu a rede consertando canos danificados e o problema foi parcialmente resolvido
e os retornos de esgotos nas caixas de inspeção
acabaram pelo menos ate o momento. Mas quanto o mal cheiro vai continuar ate
que uma nova elevatória seja construída nessa rua só assim viria atender em
definitivamente a demanda dos moradores do bairro.A prefeitura municipal e
Sabesp não conseguem melhorar o problema de esgoto no município de Cajati
embora conte com uma lagoa de tratamento de esgoto construída desde 1.999 pelo
ex- prefeito Longino da Cunha,quando todos imaginavam que com isso viria
resolver o problema de jogar esgoto nos córregos mas ainda o serviço continua funcionando de
forma precária pois parte dos esgotos de alguns bairros são jogados no Rio Jacupiranguinha que cruza ao meio da cidade.Para provar essa dura realidade, vejam esgotos do bairro do parafuso sendo despejados no rio da cidade.Mas
detalhes nas próximas horas.
Reportagem local
Francisco Pires de Oliveira
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Alckmin pede socorro a Dilma, diz que SP precisa de R$ 3,5 bi para enfrentar crise da águá
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (10) após reunir-se com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, que o estado precisará de R$ 3,5 bilhões para a construção de oito "grandes" obras que servirão a partir de 2015 para o enfrentamento da crise do abastecimento de água na região.
Sem chuvas neste domingo (9), o nível dos reservatórios do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, registrou nova queda nesta segunda, de acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), e passou de 11,4%, para 11,3%.
O que nós propusemos ao governo federal foram novas obras, oito obras, e o valor dessas obras será de R$ 3,5 bilhões, o orçamento total das obras. […] O governo de São Paulo precisará do máximo que [o governo federal] puder. Pode ser recurso a fundo perdido, do Orçamento Geral da União, ou pode ser financiamento, e nós temos uma boa capacidade de financiamento,” disse o governador.
De acordo com Alckmin, um grupo de trabalho foi criado para que a União e o governo estadual possam se reunir para discutir como se daria o repasse dos recursos federais a São Paulo, para quais obras e os valores. O colegiado, segundo afirmou, se reunirá na próxima segunda-feira (17) pra discutir o assunto.
'Repasse depende de estudos'
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, não confirmou se o governo federal irá repassar toda a verba pleiteada por São Paulo. Segundo ela, o valor dependerá dos estudos a serem apresentados na semana que vem sobre cada uma das obras.
“Não se discutiu o montante de recursos nessa reunião. Muito comum a presidente dizer que depende da importância das obras a serem realizadas. Se, nessa conversa direta, estiverem claras as importâncias dessas obras, poderemos até apoiar tudo, mas isso vai depender dessa discussão”, disse Miriam.
Ela explicou que ainda não se discutiu a origem do dinheiro que seria repassado. “Uma parte [da obra apresentada] sequer projeto tem, então o desembolso não é de curtíssimo prazo”, justificou. De acordo com a ministra, a presidente Dilma “viu com bons olhos o conjunto das obras”. No entanto, afirmou, será preciso “uma conversa mais aprofundada para que ela bata o martelo no que o governo federal ajudará São Paulo”.
Geraldo Alckmin apresentou as oito obras que são necessárias para a região: interligação dos reservatórios Atibainha e Jaguari; construção de dois reservatórios em Campinas; adução dos reservatórios; Estação de Produção de Água de Reuso (EPAR) Sul de São Paulo; EPAR Barueri; interligação do Jaguari com o Atibaia; interligação do Rio Grande com o Guarapiranga; e poços artesianos no Aquífero Guarani.
A jornalistas, Alckmin afirmou no Palácio do Planalto ter apresentado à presidente, além das oito obras necessárias para o estado, os sete sistemas de abastecimento de água existentes na região. Segundo o governador, duas obras devem ser entregues em 2015 e as demais, em até três anos.
O governador voltou a afirmar que não há racionamento de água na região e que o abastecimento está garantido para o ano que vem.
“Não há esse risco [de racionamento]. Nós já temos repetido isso desde o início do ano, nós temos em São Paulo um sistema extremamente forte e nós nem entramos na segunda reserva técnica do Cantareira”, afirmou.
Período eleitoral
Questionado sobre se houve “mudança de posição” do governo estadual ao procurar a União após o período eleitoral para discutir a crise do abastecimento de água em São Paulo, Alckmin afirmou que não, e disse que ao longo dos últimos quatro anos foram feitas “inúmeras parcerias”.
“É nosso dever, numa república federativa, como é o Brasil, trabalharmos juntos e sermos parceiros. O dinheiro é do contribuinte. Nós estamos discutindo desde o ano passado. A realidade é que nós já temos, através da Sabesp e da Caixa Econômica Federal, inúmeros financiamentos. A Sabesp tem uma capacidade de investimento grande, a parceria não é novidade”, ressaltou.
ara enfrentar crise da água
Sem chuvas neste domingo (9), o nível dos reservatórios do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, registrou nova queda nesta segunda, de acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), e passou de 11,4%, para 11,3%.
O que nós propusemos ao governo federal foram novas obras, oito obras, e o valor dessas obras será de R$ 3,5 bilhões, o orçamento total das obras. […] O governo de São Paulo precisará do máximo que [o governo federal] puder. Pode ser recurso a fundo perdido, do Orçamento Geral da União, ou pode ser financiamento, e nós temos uma boa capacidade de financiamento,” disse o governador.
De acordo com Alckmin, um grupo de trabalho foi criado para que a União e o governo estadual possam se reunir para discutir como se daria o repasse dos recursos federais a São Paulo, para quais obras e os valores. O colegiado, segundo afirmou, se reunirá na próxima segunda-feira (17) pra discutir o assunto.
'Repasse depende de estudos'
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, não confirmou se o governo federal irá repassar toda a verba pleiteada por São Paulo. Segundo ela, o valor dependerá dos estudos a serem apresentados na semana que vem sobre cada uma das obras.
“Não se discutiu o montante de recursos nessa reunião. Muito comum a presidente dizer que depende da importância das obras a serem realizadas. Se, nessa conversa direta, estiverem claras as importâncias dessas obras, poderemos até apoiar tudo, mas isso vai depender dessa discussão”, disse Miriam.
Ela explicou que ainda não se discutiu a origem do dinheiro que seria repassado. “Uma parte [da obra apresentada] sequer projeto tem, então o desembolso não é de curtíssimo prazo”, justificou. De acordo com a ministra, a presidente Dilma “viu com bons olhos o conjunto das obras”. No entanto, afirmou, será preciso “uma conversa mais aprofundada para que ela bata o martelo no que o governo federal ajudará São Paulo”.
Geraldo Alckmin apresentou as oito obras que são necessárias para a região: interligação dos reservatórios Atibainha e Jaguari; construção de dois reservatórios em Campinas; adução dos reservatórios; Estação de Produção de Água de Reuso (EPAR) Sul de São Paulo; EPAR Barueri; interligação do Jaguari com o Atibaia; interligação do Rio Grande com o Guarapiranga; e poços artesianos no Aquífero Guarani.
A jornalistas, Alckmin afirmou no Palácio do Planalto ter apresentado à presidente, além das oito obras necessárias para o estado, os sete sistemas de abastecimento de água existentes na região. Segundo o governador, duas obras devem ser entregues em 2015 e as demais, em até três anos.
O governador voltou a afirmar que não há racionamento de água na região e que o abastecimento está garantido para o ano que vem.
“Não há esse risco [de racionamento]. Nós já temos repetido isso desde o início do ano, nós temos em São Paulo um sistema extremamente forte e nós nem entramos na segunda reserva técnica do Cantareira”, afirmou.
Período eleitoral
Questionado sobre se houve “mudança de posição” do governo estadual ao procurar a União após o período eleitoral para discutir a crise do abastecimento de água em São Paulo, Alckmin afirmou que não, e disse que ao longo dos últimos quatro anos foram feitas “inúmeras parcerias”.
“É nosso dever, numa república federativa, como é o Brasil, trabalharmos juntos e sermos parceiros. O dinheiro é do contribuinte. Nós estamos discutindo desde o ano passado. A realidade é que nós já temos, através da Sabesp e da Caixa Econômica Federal, inúmeros financiamentos. A Sabesp tem uma capacidade de investimento grande, a parceria não é novidade”, ressaltou.
ara enfrentar crise da água
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Governo de Estado de São Paulo vai transformar esgoto em água para atender a demanda dos paulistas na grande São Paulo
Governador Geraldo Alckmin acaba de anunciar a construção de estações que vai tratar esgoto que enviará água de reúso de volta para bacias de dois sistemas
O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta semana,a construção de duas estações de produção de água de reúso que vão abastecer diretamente as bacias dos sistemas Guarapiranga e Alto Cotia. Serão as duas primeiras instalações no Estado para captar o esgoto e transformá-lo em água de reúso, que servirá mais tarde para consumo dos paulistano isso parece um absurdo transformar esgoto em agua mas é pura verdade dentro em breve os paulistas da capital vão poder saborear essa grande novidade que é inedita transformar esgoto em agua potavel .
“Na estação do Guarapiranga, vamos gerar 2 metros cúbicos por segundo de água de reúso. Teremos esse valor a mais sendo devolvido ao Guarapiranga independentemente de chuva”, disse ele. A outra estação será feita na região do Rio Cotia e terá capacidade de produção de 1 metro cúbico por segundo. Cada metro cúbico de água é suficiente para abastecer 300 mil pessoas, segundo o governador.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
"OPINIÃO"PERDER OU GANHAR FAZ PARTE DA POLITICA ,MAS CHORAR NÃO
Passado
mais de duas semanas da eleição que reelegeu a presidenta Dilma para mais
quatro anos de governo ainda vejo os tucanos chorando juntamente com o
candidato derrotando Aécio Neves, poderia até sentir pena disso, mas perderam
porque são fracos e chorar é coisa feia. Esse chororó todo ate é compreensível
pelo fato dos tucanos não conseguir ganhar do PT já há dezesseis anos e a cada
eleição a situação ficara mais difícil principalmente para a próxima quando
devera ser Lula o candidato e ai a surra poderá ser bem maior pelo menos é o
que se ouve falar. Perder ou ganhar faz parte da política, é como um jogo de
futebol, mas os tucanos me parece que ainda eles não entenderam pelo jeito vão chorar durante os quatro anos
de governo de Dilma.Tenho certeza se Dilma tivesse perdido a eleição estaria
conformada juntamente com seus simpatizantes porque petista não tem esse
negocio de chororó não nem nos tempos em que o partido amargava duras derrotas
diante dos fortes adversários, nunca se viu choro pelo contrario aumentava mais
ainda a vontade e a ganância de vencer ate o dia em que Lula conseguiu ser
eleito e ai o mundo todo viu como se faz política
e como se ganha uma eleição na raça. Esse é o modelo de trabalho e politica e não da forma que os
tucanos queriam ganhar no grito e na
sacanagem.Talvez seja por essa razão que continuam chorando ate agora pelo fato de não terem aprendido com se ganhar
uma eleição diante de um adversário como o PT representada por uma mulher de
brio e coragem como a presidenta Dilma pelo menos eu penso assim.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
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